Uma homenagem à história literária do Brasil e ao lendário Guimarães Rosa em um filme de tirar o fôlego.
Numa grande comunidade da periferia brasileira chamada “Grande Sertão”, a luta entre policiais e bandidos assume ares de guerra e traz à tona questões como lealdade, vida e morte, amor e coragem, Deus e o diabo. Riobaldo entra para o crime por amor a Diadorim, mas nunca tem a coragem de revelar sua paixão. A identidade de Diadorim é um mistério constante para Riobaldo, que lida com escolhas morais e dilemas éticos, enquanto busca entender seu lugar no mundo e sua própria natureza. Nesse percurso transcorre as batalhas e escaramuças da grande guerra do Sertão.
Essa é a premissa do filme baseado no clássico da literatura brasileira de Guimarães Rosa, “Grande Sertão: Veredas”. Do diretor de “O Auto da Compadecida” e “Lisbela e o Prisioneiro”, a obra traz a linguagem coloquial da literatura para as telas do cinema, dando brilho aos diálogos em um texto rico e inteligente.

Crítica por Jayro Mycthell.

Grande Sertão
Brasil, 2023, 114 min.
Direção: Guel Arraes
Roteiro: Jorge Furtado, Guel Arraes
Elenco: Caio Blat, Eduardo Sterblitch, Luisa Arraes
Produção: Manoel Rangel, Egisto Betti, Heitor Dhalia
Direção de Fotografia: Gustavo Hadba
Música: Beto Villares
Classificação: 18 anos
Distribuição: Paris Filmes














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