Patrocinadora da instituição e do festival, a Shell Brasil viabiliza ação que conecta ambos no dia 10 de outubro na Área Externa da Cinemateca.
No dia 10 de outubro (sexta-feira), às 19h30, acontece a primeira Sessão Especial Shell: Cinemateca Brasileira + Festival do Rio, com exibição ao ar livre do longa MANAS, de Marianna Brennand Fortes. A sessão gratuita, que não integra a programação oficial do festival, será aberta ao público e realizada na área externa da Cinemateca.
MANAS (2024) conta a história de Marcielle, uma menina de 13 anos que vive na Ilha do Marajó e, confrontada às violências que cercam sua família e comunidade, começa a romper idealizações e enfrentar os agentes de opressão ao seu redor.
O filme, que vem ganhando destaque no Brasil e no exterior, recebeu o Prêmio de Melhor Direção na mostra Giornate degli Autori no Festival de Veneza, o Prêmio Especial do Júri na Première Brasil do Festival do Rio, além de mais de 20 troféus em festivais internacionais. Foi também selecionado para representar o Brasil no Prêmio Goya 2026, consolidando a cineasta Marianna Brennand Fortes como um dos principais nomes do cinema brasileiro contemporâneo.
A iniciativa é viabilizada pela Shell, que é patrocinadora tanto da Cinemateca Brasileira quanto do Festival do Rio. “O apoio da Shell tem sido decisivo para viabilizar iniciativas culturais que valorizam o cinema brasileiro, como o Viva Cinemateca. Esta sessão especial reafirma também a importância da parceria com o Festival do Rio, que nos permite criar novos espaços de encontro e celebração do nosso audiovisual”, considera Maria Dora Mourão, Diretora Geral da Cinemateca.
“Para a Shell, é uma grande satisfação viabilizar uma ação inédita que une dois importantes projetos patrocinados por nós, o Festival do Rio e a Cinemateca Brasileira. Incentivamos constantemente que nossos parceiros formem redes de colaboração, criando conexões que se fortalecem mutuamente. Nosso propósito vai muito além do apoio financeiro: temos o compromisso de impulsionar parcerias transformadoras, capazes de ampliar o alcance e fortalecer todo o setor cultural brasileiro – comenta Alexandra Siqueira, gerente de Comunicação de Marca da Shell Brasil.
Na Cinemateca, a Shell é patrocinadora estratégica do Viva Cinemateca, um plano que reúne os grandes projetos da Cinemateca voltados à recuperação de importantes acervos, como o do cinejornal Canal 100. O Canal 100 é o maior acervo cinematográfico do futebol no país, cobrindo de maneira única o período de 1959 a 1986. Criado pelo cineasta Carlos Niemeyer em 1957, foi um cinejornal que revolucionou a cobertura esportiva e cultural no Brasil, tornando-se um marco na história audiovisual do país.
O Festival do Rio, que neste ano acontece entre os dias 02 e 12 de outubro de 2025, tem a Shell como patrocinadora master do evento. A Sessão Especial Shell: Cinemateca Brasileira + Festival do Rio será gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos. A ocupação dos assentos é por ordem de chegada. Sujeito a lotação.
- Serviço
- Filme: Manas (2024), de Marianna Brennand Fortes
Data/Horário: 10 de outubro de 2025, às 19h30
Local: Cinemateca Brasileira
Ingressos: Entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos para sessão na Área Externa. Sujeito a lotação.
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.
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Sobre a Shell Brasil
Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Sobre a Cinemateca Brasileira
A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que recentemente foi qualificada como Organização Social. O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público.











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