SEMPRE GAROTAS ganha data de lançamento.

O premiado longa “SEMPRE GAROTAS”, vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme no Festival de Sundance, divulga data de lançamento no dia 1° de maio pela distribuidora Filmes do Estação, cartaz e trailer.

“Sempre Garotas”, com direção de Shuchi Talati, é um coming of age que retrata a rebeldia e as descobertas sexuais de uma jovem adolescente indiana.

O premiado longa-metragem “Sempre Garotas”, da diretora Suchi Talati, será lançado dia 1° de maio nos cinemas, em circuito nacional, pela distribuidora Filmes do Estação. Exibido no Festival de Sundance 2024, foi vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme e do Prêmio Especial do Júri de Melhor Atriz, pela atuação de Preeti Panigrahi como a protagonista, Mira.

“Sempre garotas” foi listado pelo 2024 Letterboxd Wrapped no Top 10 Romances Melhor Avaliados (https://boxd.it/Ab5gg) e no Top 10 Filmes de Diretoras Estreantes (https://boxd.it/Bn72y).

Aclamado pelo público e pela crítica internacional, a diretora Shuchi Talati vem ganhando considerável destaque na onda recente de diretoras indianas em ascensão. Indicado para o Film Independent Spirit Awards 2025, “Sempre Garotas” recebeu o Prêmio John Cassavetes, dado para o melhor filme de baixo orçamento do ano. A atriz Kani Kusruti recebeu também a indicação de Best Supporting Performance, pelo seu papel como Anila, a mãe da protagonista. A atriz se tornou conhecida recentemente por sua participação no elogiado ‘Tudo Que Imaginamos Como Luz’.

O filme é uma coprodução entre Índia, França, EUA e Noruega; com as empresas produtoras Pushing Buttons Studio, Dolce Vita Films, Crawling Angels Films, Cinema Inutile, Blink Digital, Arte Cofinova e Hummelfilm.

Sempre Garotas – Filmes do Estação

SINOPSE:

Em um internato no Himalaia, a jovem Mira é exemplo de disciplina e responsabilidade. Porém seu mundo perfeito é abalado com a chegada de Sri, novo aluno da turma por quem se apaixona. Mas Sri também desperta o interesse da sua sogra, Anila, mãe jovem e extrovertida com quem Mira não consegue se entender.

 

Aspas da diretora SHUCHI TALATI:

“Sempre Garotas” se passa em um internato conservador muito parecido com a escola que frequentei, onde as meninas são policiadas, ostensivamente para proteger sua “virtude”. A expressão da sexualidade masculina é permitida, por vezes até através de agressividade para com as garotas; enquanto somos instruídas a sermos submissas e ter vergonha de nossos corpos. Apesar disso, vi garotas e mulheres ferozes e engraçadas por toda parte que subverteram e contornaram os códigos sociais e morais. Em “Sempre Garotas”, eu queria escrever sobre essas mulheres que povoaram minha vida, mas nunca vi nas telas e para expandir as narrativas que estão disponíveis para as mulheres indianas.

Os filmes da Índia (e do Ocidente) muitas vezes apagam corpos femininos reais.Seios e bundas são hipersexualizados, mas a masturbação, menstruação, vaginas, etc. são tratados com repulsa ou embaraço. Esse apagamento faz parte da maneira como as meninas são treinadas para serem invisíveis em um mundo que tem medo de sua sexualidade, identidade e voz. Mas Mira (16) e sua mãe Anila (38) são seres encarnados com secreções e desejos.

Mira examina sua vagina em um espelho, se masturba esfregando-se contra um ursinho de pelúcia e planeja sua primeira vez fazendo sexo. Anila evita os papéis assexuados e abnegados aos quais as mães são relegadas. Ela inveja a juventude e o namorado da filha. Mãe e filha são francas, personagens subversivos que emergem desafiadores, se não necessariamente triunfantes.

O filme se passa no final da década de 1990, quando a economia indiana estava aberta às exportações ocidentais. Isso desencadeou ferozes guerras culturais entre a “ocidentalidade” debochada e a “indianidade” virtuosa. Infelizmente, isso ainda é assustadoramente ressonante em muitas partes do mundo hoje.

Embora o filme tenha origem na década de 1990 na Índia e seja um observação atenta dos papéis de gênero, sexualidade e opressão patriarcado, não estou interessado em uma declaração de grande tese ou pregação sobre questões sociais. É muito importante para mim que Mira e Anila não estejam definidas por suas identidades como mulheres indianas. Eu quero permitir toda a sua humanidade: estar apaixonado, experimentar desilusão, inveja e tristeza, e representar apenas seus eus peculiares e singulares, não suas culturas completas. Porque é assim que suas histórias também serão universais – um luxo principalmente reservado para personagens de culturas dominantes.

 

Festivais:

Film Independent Spirit Awards – Prêmio John Cassavetes

Sundance – World Cinema Dramatic Competition – Prêmio Especial do Júri de Melhor Atriz –  e Prêmio do Público de melhor filme – Festival de Sundance 2024

Göteborg Film Festival – International Competition – 2024

SXSW – Festival Favorites – 2024

Sofia International Film Festival – Competition – Melhor direção – 2024

Cleveland International Film Festival – International Narrative Competition – 2024

Istanbul Film Festival – No More Flowers – 2024

TIFF Next Wave Film Festival – 2024

Flying Broom International Women’s Film Festival – Little Women – 2024

Transilvania International Film Festival – Main Competition – Transilvania Trophy – 2024

Biarritz Film Festival Nouvelles Vagues – International Competition – Grand Prix – 2024

Transilvania International Film Festival – International Competition – Transylvania Trophy – 2024

Elenco: Preeti Panigrahi (Mira), Kani Kusruti (Anila), Kesav Binoy Kiron (Sri)

 

EQUIPE TÉCNICA

Diretora e roteirista: Shuchi Talati

Produtores: Richa Chadha, Claire Chassagne, Shuchi Talati

DOP Jih-E Peng

Editor: Amrita David

Elenco: Dilip Shankar

Diretor de Arte: Avyakta Kapur

Figurino: Shaahid Amir

Som: Carole Verner, Laure Arto, Colin Favre-Bulle

Música original: Pierre Oberkampf, Sneha Khanwalkar

Produtoras: Pushing Buttons Studio, Dolce Vita Films,Crawling Angels Films, Cinema Inutile, Blink Digital, Arte Cofinova e Hummelfilm

Ano de produção: 2024

Duração: 118 minutos

Idioma: Inglês, Hindu

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